A moção pede ao governo considerar formalmente como "genocídio" os crimes do EI contra cristãos, yazidis e outras minorias étnicas e religiosas do Iraque e da Síria.
O vice-ministro das Relações Exteriores, Tobias Ellwood, avaliou que a questão compete mais à Justiça do que ao governo.
"Acredito que houve genocídio, mas como disse o primeiro-ministro (David Cameron), o genocídio é uma questão mais judicial que política", declarou Ellwood.
Deputados de todos os partidos pediram ao governo que aproveite sua cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU para levar o caso à Corte Penal Internacional (CPI).
No mês passado, os Estados Unidos declararam que os massacres do EI contra cristãos, yazidis e xiitas no Iraque e na Síria são um genocídio.