"É hora de assumir responsabilidades e pedir o fim das ações violentas", disse Paparoni, dirigindo-se aos deputados da minoria governista presentes na sessão.
O representante da coalizão Mesa da Unidade Democrática (MUD) garantiu que "não vão nos tirar daqui com agressões".
O governista Victor Clark rejeitou o ataque e fez um apelo pela tolerância, mas pediu à oposição que reveja a maneira como se refere aos chavistas de base. Segundo ele, os opositores já chamaram os militantes de "narcotraficantes".
Diante da situação, o presidente da Assembleia Nacional, Henry Ramos Allup, garantiu que recebe uma média de duas denúncias diárias por parte de deputados da oposição. Todos culpam o oficialismo pelas agressões. Ramos Allup também disse ter conversado sobre o ocorrido com a Guarda Nacional Bolivariana, mas a resposta não foi animadora.
Em diferentes grupos, militantes do governo marcam presença, diariamente, nos arredores da sede legislativa. O ponto mais conhecido deles é "La esquina caliente", onde colocam música e ostentam cartazes com referências ao chavismo.