As bandeiras de Estados Unidos e Cuba são vistas em Miami, no dia 20 de dezembro de 2014 As bandeiras de Estados Unidos e Cuba são vistas em Miami, no dia 20 de dezembro de 2014

Estados Unidos e Cuba fizeram um "bom progresso" em sua relação bilateral depois da reaproximação iniciada há um ano, mas o governo cubano pode "fazer mais" para beneficiar-se do processo, disse nesta terça-feira o embaixador americano em Cuba, Jeffrey DeLaurentis.

"Vimos um aumento de mais de 50% em viagens autorizadas a Cuba, (e) houve mudanças regulatórias promovidas pelo setor privado cubano", disse DeLaurentis em uma conferência telefônica em Washington, embora tenha destacado que Cuba "pode fazer mais para tirar vantagem dessa nova abertura".

"Da mesma forma que nós estamos fazendo a nossa parte, pedimos ao governo cubano que torne menos difícil para seus cidadãos abrir negócios, participar no comércio e ter acesso a informação on-line", esclareceu.

Para o embaixador, Cuba deve "liberar, e não conter, o potencial de seus cidadãos".

"Ao longo do último ano, conseguimos um bom progresso e percorremos um longo caminho", afirmou DeLaurentis, que mencionou que os diálogos em que há desacordos são tratados "de forma que sugere que em breve haverá condições" de selar acordos.

Entre esses temas em que as divergências continuam, o americano mencionou "as reclamações por propriedades expropriadas, fugitivos e direitos humanos".

Por tratar-se de dois países vizinhos, separados por apenas 90 milhas de distância, "é imperativo que sejamos capazes de ter negociações abertas e francas", comentou.

Entre os temas que Washington e Havana podem alcançar novos acordos em breve se destaca um entendimento sobre voos comerciais regulares entre os dois países.

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