O presidente da Costa Rica, Luis Guillermo Solís, durante uma entrevista coletiva em um hotel de Havana em 15 de dezembro O presidente da Costa Rica, Luis Guillermo Solís, durante uma entrevista coletiva em um hotel de Havana em 15 de dezembro

A Costa Rica anunciou na sexta-feira o abandono de sua participação política no Sistema de Integração Centro-Americano (SICA) ante a recusa de vários países de resolver o problema de mais de 5.000 cubanos retidos em seu território.

O presidente Luis Guillermo Solís também anunciou o fechamento das fronteiras à migração irregular e advertiu os cubanos que, em caso de entrada ilegal, serão deportados imediatamente a seu país de origem.

Depois de uma reunião da SICA em El Salvador, Solís disse que "o mínimo que esperava era a solidariedade" dos demais países ante um problema "que não é geopolítico nem ideológico, simplesmente humanitário".

Solís apresentou uma proposta aos colegas da região para facilitar aos cubanos retidos no país em sua viagem para os Estados Unidos, seu destino final.

A proposta foi rejeitada, segundo Solís, com a liderança de três países: Guatemala, Belize e Nicarágua, cujo governo iniciou a crise ao fechar a fronteira aos cubanos em novembro.

Ao mesmo tempo, Solís disse que a Costa Rica não abandona completamente o SICA, pois continuará participando em todos os organismos de integração econômica e comercial da região.

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