Soldados das Coreias do Norte (d) e do Sul , no vilarejo fronteiriço de Panmunjom Soldados das Coreias do Norte (d) e do Sul , no vilarejo fronteiriço de Panmunjom

A Coreia do Norte acusou nesta sexta-feira Seul de sequestrar seus cidadãos, após a fuga de vários funcionários de um restaurante controlado por Pyongyang na China.

Os três norte-coreanos trabalhavam em um restaurante de Weinan, na província de Shaanxi, ao norte da China.

Chegaram na quarta-feira a Seul, na segunda fuga coletiva em direção à Coreia do Sul desde abril, quando dez trabalhadores de outro restaurante também conseguiram escapar.

Os funcionários foram atraídos por espiões sul-coreanos, que os ajudaram a passar pela fronteira com o Laos e depois até a Tailândia, acusou um porta-voz da Cruz Vermelha norte-coreana em um comunicado divulgado na quinta-feira pela agência oficial KCNA.

"É uma fuga premeditada e organizada pelos mafiosos destas marionetes da inteligência sul-coreana", declarou o porta-voz.

Segundo as estimativas do governo sul-coreano, Pyongyang tem 130 restaurantes em 12 países, entre eles a China, que acredita-se que forneçam receitas de 10 milhões de dólares ao ano.

Cerca de 30.000 norte-coreanos fugiram da pobreza e da repressão em seu país para se estabelecerem no sul capitalista.

As resoluções que a ONU impôs à Coreia do Norte depois de seu último teste nuclear de janeiro limitaram drasticamente suas capacidades para obter receitas.

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