Ele também condenou a adoção "muito tardiamente" da distribuição dos pedidos de asilo entre os Estados-membros do bloco.
"O que não funcionou? (...) Devemos nos fazer essa pergunta e tirar as lições dos últimos meses", completou.
Desde as chamadas "Primaveras árabes" - "que a Europa não soube antecipar" -, os conflitos na Síria, no Iraque e na Líbia se tornaram "uma fonte de ameaça", lançando "centenas de milhares" de pessoas nas estradas e alimentando os riscos de ataques terroristas, comentou Ayrault.
Diante do acúmulo de crises, a Europa "age, às vezes, como o culpado ideal", uma posição que "avança" por todo o lado, apontou o ministro francês, evocando - ao mesmo tempo - a tentação do Brexit e as investidas eleitorais da direita populista.