Os 15 membros do Conselho também renovaram seu apelo aos Estados para que "deixem de apoiar, ou ter contatos oficiais com as instituições paralelas que pretendem ser a autoridade legítima, mas estão fora do acordo político da Líbia".
Al-Sarraj apareceu pela primeira vez em público, nesta sexta, em uma mesquita da capital, depois de desembarcar de um navio militar líbio na base naval de Trípoli. O governo de unidade nacional na Líbia conseguiu apoio das milícias da capital e de dez cidades. Agora, sua principal tarefa é tirar o país do caos.
Ele conta, porém, com a rejeição do governo - liderado por Khalifa al Ghweil - e do Parlamento não reconhecidos que se instalaram na capital e estão ligados à coalizão de milícias da Fajr Libya.
Desde a queda do regime do ditador Muammar Khadafi em 2011, a Líbia se encontra mergulhada em um caos, no qual as milícias impõem sua lei. Essa violência favoreceu a implantação do grupo Estado Islâmico na região de Sirte, ao leste de Trípoli.