A resolução foi preparada pela Espanha, Uruguai, Nova Zelândia e Egito, que preside o Conselho de Segurança em maio.
"Uma das razões para adotá-la é a multiplicação dos ataques contra os hospitais na Síria", explicou o embaixador francês François Delattre.
Segundo ele, esta resolução permitirá "lutar contra a impunidade ante os horrores dos quais são vítimas os hospitais e pessoal médico nos conflitos armados".