(Arquivo) Larvas do mosquito Aedes aegypti são vistos em Cali, Colômbia, no dia 25 de janeiro de 2016 (Arquivo) Larvas do mosquito Aedes aegypti são vistos em Cali, Colômbia, no dia 25 de janeiro de 2016

As autoridades de saúde chilenas anunciaram nesta terça-feira a presença do primeiro caso importado de zika no Chile, cujo portador teria sido infectado na Colômbia - mas que não representa risco de contágio para o resto da população.

"É um caso que monitorávamos desde dezembro; é um caso que é importado, que não ocorreu no Chile.

É uma pessoa que foi à Colômbia, onde se contagiou, e confirmou a doença aqui", disse Bernardo Martorell, sub-secretário de Saúde, à rádio Cooperativa.

Após seu retorno a Santiago, a pessoa infectada, de quem não se informaram detalhes, foi a um hospital em Santiago onde se determinou que se tratava de um infectado por zika, um vírus transmitido pelo mesmo mosquito que transmite a dengue e a febre chikungunya.

Na segunda-feira, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou "emergência sanitária internacional" pelo vírus do zika e anunciou a criação de uma unidade global para responder ao aumento de casos registrados. Também manifestou seu temor de que a epidemia se estenda pela África e a Ásia.

A OMS disse que há uma relação "fortemente suspeita" entre o zika e o aumento excepcional na América Latina de casos de microcefalia, uma má-formação congênita em crianças que nascem com cabeça e cérebro anormalmente pequenos.

O número de casos importados pode subir, mas em qualquer caso há riscos de que os infectados "geram casos secundários", afirmou Martorell.

"Há um outro caso suspeito que foi atendido em outra clínica", informou Jeannette Dabanch, diretora da Sociedade Chilena de Doenças Infecciosas.

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