No comunicado, o Exército de Libertação Nacional (ELN, guevarista) assegurou que a declaração do presidente é "uma imposição, por enquanto é só uma parte que deve cumpri-la, à margem do acordo da agenda".
"Planejar hoje modificações substanciais, como a exigência do presidente, é trancar o processo de paz", reiterou o grupo rebelde, que classificou o pronunciamento de Santos como uma "ofensiva midiática que está desgastando a confiança" do ELN.