"Estamos vigilantes e seremos ativos. Esta posição será mantida se, evidentemente, não ocorrer nada grave em matéria de segurança", acrescentou o diretor do comitê de organização.
Esta posição foi reafirmada quando muitas vozes se levantaram, a dois dias do início da Eurocopa, para questionar a organização das 'fan-zones', lugres festivos instalados no centro das cidades organizadoras para abrigar, dependendo dos casos, de 15.000 a 90.000 pessoas sem ingressos para transmitir as partidas.
Na segunda-feira, o promotor de Paris recomendou o fechamento da 'fan-zone' parisiense, situada sob a Torre Eiffel nas noites das partidas de Paris ou Saint-Denis.
Ao mesmo tempo, o partido político Les Républicains e sobretudo Valérie Pécresse, presidente da região Île-de France - capital e sua periferia - julgou que manter o espaço era uma decisão "pouco razoável".
Nesta quarta, Jacques Lambert recordou que as 'fan-zones' estarão seguras "da mesma foram que os estádios: haverá um perímetro duplo com registros e revistas" nas 'fan-zones', que estão sob responsabilidade das cidades, e que contarão com a ajuda de agentes de segurança privados.
"Não fixamos um objetivo: sejam quais forem as circunstâncias, estamos concentrados no nosso objetivo de ter a melhor Eurocopa possível de qualquer ponto de vista", concluiu Lambert.