Os Estados Unidos ainda têm uma "presença reduzida" na Líbia com a tarefa de identificar os atores do conflito e saber que grupos poderão assistir os Estados Unidos em sua missão de combater o grupo Estado Islâmico, disse o porta-voz do Departamento da Defesa, Peter Cook, a jornalistas.
Explorando o vácuo do poder no país, os extremistas estabeleceram um forte reduto, principalmente na cidade costeira de Sirte.
A presença americana não será permanente, disse Cook, destacando que as forças de elite não treinarão seus parceiros locais, como fizeram em outros países que combatem o EI.
Os Estados Unidos, a Itália e a Líbia, juntamente com países aliados e vizinhos, acordaram na segunda-feira armar o frágil governo de unidade nacional do país para enfrentar a ameaça do EI.
O grupo de 25 membros acordou apoiar o governo de união nacional em seu apelo à suspensão do embargo de armas imposto pela ONU para deter o conflito na Líbia, disse o secretário de Estado americano, John Kerry.
Mas o Pentágono ainda não recebeu "nenhuma ordem particular para agir", disse Cook.