O presidente do COI, Thomas Bach, participa de coletiva de imprensa, em Lausanne, no dia 3 de junho de 2016 O presidente do COI, Thomas Bach, participa de coletiva de imprensa, em Lausanne, no dia 3 de junho de 2016

Dez atletas refugiados, entre eles dois sírios e cinco do Sudão do Sul, participarão dos Jogos do Rio-2016 competindo sob a bandeira olímpica, confirmou nesta sexta-feira o presidente do COI, Thomas Bach.

A delegação será chefiada pela ex-atleta olímpica queniana Tegla Loroupe, primeira atleta africana a ter vencido a maratona de Nova York, em 1994, antes de repetir a façanha em 1995 e 1998.

Os dez atletas foram selecionados segundo critérios estabelecidos pelas federações internacionais de cada modalidade.

Entre eles, dois sírios, um homem e uma mulher, refugiados na Alemanha e na Bélgica, respectivamente. Eles competirão nas provas de natação.

Os cinco atletas do Sudão do Sul disputarão competições de atletismo e um etíope disputará a maratona.

Também haverá refugiados nos tatames. Dois judocas congoleses que estão refugiados no Rio de Janeiro desde 2013 foram confirmados no evento.

"Essa equipe terá o mesmo apoio e a mesma infraestrutura que os demais atletas", explicou Bach.

"Eles não têm nem casa, nem equipe, nem bandeira, nem hino. Nosso objetivo é dar-lhes um lar, na companhia dos outros competidores", completou o presidente do COI.

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