Em visita a Tóquio, sede das Olimpíadas de 2022, o dirigente de 59 anos se comprometeu com "criar uma plataforma limpa para atletas limpos".
"Tenho certeza de que as mudanças que estou tentando implantar poderão ser aplicadas até o fim do ano", enfatizou.
Desde que sucedeu ao senegalês Lamine Diack na presidência da IAAF, o bicampeão olímpico dos 1.500 m (1980 e 1984) teve um início de mandato dos mais conturbados.
Em novembro, a Rússia foi suspensa de todas as competições internacionais de atletismo por conta de um esquema de doping organizado, e Diack foi indiciado pela Justiça francesa por "corrupção e lavagem de dinheiro".
O senegalês é acusado, junto com o filho, de ter recebido propina de atletas para acobertar casos de doping.
"Como eu já disse, a jornada rumo à volta da confiança é longa e incerta, mas temos que fazer mudanças", alertou.
"Precisamos acelerar as reformas que foram aprovadas na última reunião do nosso Conselho (órgão executivo da IAAF). Darei mais informações depois da próxima reunião, em algumas semanas, mas são reformas, muito, muito importantes", completou.