Mossul, segunda principal cidade do Iraque, e Raqa, autoproclamada capital do EI, são os dois objetivos prioritários da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.
No Iraque, a coalizão pode confiar no Exército iraquiano para planejar a conquista de Mossul, explicou Warren.
"Na Síria, nós não temos isso", ressaltou o coronel.
Neste país, a coalizão se baseia no terreno nas Forças Democráticas Sírias (FDS), dominadas pelas milícias curdas, que são - segundo ele - "essencialmente um Exército irregular".
"Trabalhamos com os líderes que identificamos nas FDS para tentar desenvolver um plano" para reconquistar Raqa.
"Estamos no começo" desses preparativos, completou.
O número de homens das FDS varia, mas são "dezenas de milhares". Destes, acrescentou Warren, "cerca de 5.000" integram o componente árabe, a coalizão árabe-síria.