(Arquivo) O líder do grupo Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, na cidade de Mossul, em julho de 2014 (Arquivo) O líder do grupo Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, na cidade de Mossul, em julho de 2014

Cinco anos após a morte de Osama Bin Laden por tropas americanas, o diretor da CIA, John Brennan, disse que eliminar o chefe do Estado Islâmico teria um impacto importante sobre este grupo jihadista, que roubou os holofotes da Al-Qaeda.

Bin Laden foi morto na madrugada de 2 de maio de 2011 por forças especiais dos Estados Unidos, que invadiram sua mansão no Paquistão.

"Destruímos grande parte da Al-Qaeda. Embora não esteja completamente eliminada, temos que enfrentar, nos próximos anos, o novo fenômeno Estado Islâmico", disse o chefe da CIA.

Brennan lembrou à rede NBC aquele histórico 1º de maio (no horário americano), quando o presidente americano anunciou a morte do chefe da Al-Qaeda.

"É importante que destruamos o EI, e não tenho dúvida de que eliminar seu chefe, Abu Bakr al-Bagdadi, terá um grande impacto sobre a organização", assinalou.

O grupo jihadista "não é apenas uma grande organização, é um fenômeno. Nós o vemos não apenas em Síria e Iraque, mas também em Líbia, Nigéria e outros países", indicou o diretor da CIA, referindo-se aos grupos aliados que juraram fidelidade ao EI.

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