"O governo tomou esta decisão como uma medida necessária para defender os nossos interesses", disse a autoridade.
Em março, o presidente boliviano Evo Morales anunciou que iria processar o país vizinho pelo uso das águas do Silala, justificando ser um manancial artificialmente desviado pelo Chile e descartando ser um rio internacional.
Em 2009, durante o primeiro governo de Bachelet (2006-2010) os dois países estiveram perto de chegar a um acordo sobre a questão, mas as negociações falharam.
O Silala nasce na Bolívia e termina no Oceano Pacífico, atravessando o território chileno.
A ação do Chile se soma à apresentada pela Bolívia em 2009 com o objetivo de forçar Santiago a negociar a restituição de uma saída para o mar perdida em uma guerra travada no final do século XIX.