Os especialistas desativaram imediatamente a carga de 150 quilos de explosivos escondidos no veículo, que foi rebocado até a delegacia local para ser examinado pela polícia forense, acrescentaram as mesmas fontes.
No domingo um carro-bomba deixou 35 mortos e mais de 120 feridos em Ancara. O grupo radical curdo Falcões da Liberdade do Curdistão (TAK), próximo aos rebeldes do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), reivindicou o ataque na quinta-feira.
O grupo TAK já havia reivindicado outro ataque suicida em 17 de fevereiro contra um comboio militar, que deixou 29 mortos, e outro contra o aeroporto Sabiha Gökçen de Istambul, no dia 23 de dezembro, onde uma pessoa morreu.
Desde o ano passado, a Turquia vive em estado de alerta permanente pela sucessão de atentados ligados à retomada do conflito entre o Estado turco e o movimento separatista turco ou protagonizados pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI).