Xi Jinping no Grande Palácio do Povo, em 25 de março em Pequim Xi Jinping no Grande Palácio do Povo, em 25 de março em Pequim

As autoridades de Pequim detiveram parentes de dissidentes que moram no exterior, denunciaram os ativistas, como parte de uma crescente campanha de repressão após a publicação de uma carta anônima que pedia a renúncia do presidente Xi Jinping.

O ex-jornalista Chang Ping, que mora na Alemanha, afirmou que as autoridades da província de Sichuan (sudoeste) detiveram dois de seus irmãos e uma irmã por um suposto vínculo com o texto.

Depois de mencionar a carta anônima em um artigo e em uma entrevista, "vários parentes na China foram objetos de investigação, intimidação e ameaças", afirma Chang em um comunicado publicado no site chinachange.org.

Chang Ping ocupava cargos de direção no grupo chinês Southern Media, antes de partir para o exílio na Alemanha, cansado das pressões constantes por suas críticas ao governo.

A detenção de seus familiares é o mais recente episódio de uma campanha contra pessoas supostamente ligadas à carta anti-Xi Jinping ou contra parentes destas.

Na semana passada, o escritor dissidente Wen Yunchao, que mora em Nova York, denunciou a detenção de três parentes na província de Guangdong (sul). O jornalista Jia Jia foi detido e liberado.

Quatro jornalistas do Wujie News, site de notícias no qual a carta foi publicada este mês antes de ser retirada do ar, não podem ser localizados, informou um de seus colegas à AFP na semana passada.

A crítica na imprensa a dirigentes do Partido Comunista da China é rara, em função do rígido controle da imprensa por parte das autoridades.

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