Mosquitos Aedes aegypti são vistos no Instituto de Ciências Biomédicas de São Paulo, no dia 8 de janeiro de 2016 Mosquitos Aedes aegypti são vistos no Instituto de Ciências Biomédicas de São Paulo, no dia 8 de janeiro de 2016

O Brasil mobilizou 522.000 pessoas para combater o mosquito Aedes aegypti, vetor do vírus zika, na maior operação de sua história para frear o avanço de uma epidemia com mais de 1,5 milhão de infectados, informou nesta quarta-feira o ministro da Saúde, Marcelo Castro, em Montevidéu.

"Estamos fazendo o maior esforço na história do Brasil", indicou o ministro, que participa na reunião de seus colegas da Saúde do Mercosul e países associados para discutir o tema na capital uruguaia.

"Temos 46.000 agentes de combate que estão indo de cada em casa e reforçamos com outros 266.000 agentes comunitários de saúde, além de 210.000 militares das forças armadas", acrescentou.

"Toda a sociedade está sendo mobilizada neste grande esforço para combater o vetor", disse ainda.

O Brasil é o país da América mais afetado, com mais de 1,5 milhão de contágios. Além disso, registra 404 casos de microcefalia desde que o zika apareceu e 3.670 por confirmar.

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