Em Qaterji, onde a aviação lançou um barril de explosivos - uma arma de destruição denunciada pelas ONGs internacionais -, uma rua ficou destruída, o que provocou cenas de desespero entre os moradores.
"Aqui há apenas civis, não há rebeldes", gritava um homem enfurecido.
Na quinta-feira, após um mês de calma, forças do governo e rebeldes retomaram os bombardeios, provocando dezenas de vítimas dos dois lados.
No sábado, a artilharia rebelde matou 24 pessoas nos bairros de Aleppo controlados pelo governo.