O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) confirmou os ataques aéreos.
O único pediatra que trabalhava nos bairros do leste de Aleppo está entre os mortos, segundo o correspondente da AFP, que foi ao local. A maioria dos pacientes desse hospital é idosa e sofre de doenças crônicas.
O prédio ficou seriamente danificado.
Nos últimos dias, os bombardeios na província de Aleppo, em particular na cidade homônima, dividida em dois desde 2012, multiplicaram-se. Mais de 100 civis morreram desde sexta-feira (22).
Nesta quarta-feira, antes dos ataques ao hospital Al-Quds, 16 pessoas morreram em bombardeios que tinham como alvo tanto os bairros rebeldes como os controlados pelo governo, de acordo com socorristas e um jornal sírio.
Desde o início da guerra na Síria em 2011, mais de 270.000 pessoas morreram e mais da metade da população do país deixou suas casas.