Zapata, uma jovem advogada, é atualmente gerente comercial da empresa chinesa CAMC que obteve contratos na Bolívia de 560 milhões de dólares e que, segundo a oposição, não seguiu o trâmite regular.
"Trata-se de desacreditar o investimento chinês na Bolívia, na América Latina, este é um ataque desleal dos Estados Unidos, certamente contra a Bolívia", afirmou Quintana, que argumentou que a polícia de Morales gera grande incômodo em Washington.
As acusações foram registradas às vésperas de um referendo crucial que será realizado no domingo na Bolívia para aprovar ou rejeitar uma reforma constitucional que permitirá a Morales candidatar-se a uma nova reeleição quando seu mandato terminar, em 2020.