O presidente argentino, Mauricio Macri, em Buenos Aires, no dia 1º de março de 2016 O presidente argentino, Mauricio Macri, em Buenos Aires, no dia 1º de março de 2016

A Argentina receberá entre 1,6 bilhão e 2 bilhões de dólares anuais em créditos de fomento à proteção social e criação de empregos, anunciou nessa sexta-feira o vice-presidente do Banco Mundial, Jorge Familiar, em um ato em Resistencia, capital da província de Chaco (nordeste).

O responsável do banco para a região da América Latina e do Caribe disse que o programa durará dois anos e se somará a cerca de 2,8 bilhões de dólares já aprovados, ainda em trâmite de ser desembolsados.

"A América Latina experimentou uma profunda transformação social. Hoje temos menos pobres, gente se incorporou à classe média e houve redução da desigualdade", disse, ao falar juntamente ao presidente Mauricio Macri, cerca de 1.000 km ao norte de Buenos Aires.

Familiar advertiu que "agora enfrentamos desafios enormes, com um entorno adverso que requer medidas decisivas, da construção de consensos e dos países trabalhando juntos". Não disse expressamente, mas a região sofre pela queda dos preços das commodities.

Chaco é uma das províncias pobres da Argentina, com maior parte da produção agrícola e sem indústrias desenvolvidas.

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