"São dias tristes para o Barcelona. São dias tristes para as pessoas que amam o futebol", disse Bartomeu. "Com a autorização da família Cruyff, fizemos este memorial para que todo o mundo possa se expressar e dar um último adeus a esta figura", continuou.
Pessoas do mundo todo, espanhóis, mas também chineses, japoneses, marroquinos e britânicos, entre outros, vieram homenagear o holandês e muitos clubes enviaram coroas de flores que foram expostas na entrada do estádio.
Johan Cruyff "veio a Barcelona quando o Barça não ganhava nada. Ele deu um novo nível de jogo, com passes curtos, para manter a posse da bola. O que gostamos hoje no Barcelona veio dele", lembrou Ignace Mosengo, um congolês de 45 anos que viajou até a cidade catalã para comemorar dez anos de casado.
Montse Albareda, uma telefonista de 63 anos, foi a primeira a entrar no memorial, ao lado do marido, do filho e da nora, carregando uma buquê de margaritas.
"Você foi o maior, mas agora Messi assumiu essa responsabilidade", escreveu no livro de condolências, lembrando da vitória por 5 a 0 sobre o Real Madrid nos anos 1970.
Uma fileira constante de admiradores e amigos passavam diante da foto de Cruyff, alguns chorando, outro mais contidos.
O memorial ficará aberto até terça-feira e o Barça permanecerá em luto até 2 de abril.