"A presidenta decidiu vetar algumas das normas do projeto de lei que moderniza as relações trabalhistas", disse o ministro porta-voz do governo, Marcelo Díaz, em coletiva de imprensa.
A decisão do Tribunal Constitucional -que atuou após um recurso interposto pela direita opositora- foi duramente criticada pelos sindicatos e o governo disse que foi uma derrota para os chilenos.
A reforma trabalhista de Bachelet modificou o código de trabalho promulgado em 1979 pelo ditador Augusto Pinochet, a fim de reduzir a ingerência sindical à mínima expressão.
Com a nova lei o sindicato seria o principal agente de negociação coletiva e trabalhadores não poderiam mais ser substituídos durante as greves.