A emenda conta com o apoio da oposição trabalhista.
A Austrália acredita que 110 de seus cidadãos combatem atualmente na Síria ou no Iraque em grupos jihadistas como o Estado Islâmico. Ao menos 45 morreram.
Brandis admitiu, no entanto, que o campo de aplicação da nova lei é limitado, já que só se aplica às pessoas condenadas a ao menos seis anos de prisão por envolvimento terrorista.
Ele explicou ainda que as pessoas que perderam a nacionalidade australiana serão entregues ao país de sua outra nacionalidade.