Mas a Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (UNAMA) alerta quanto à "intensificação dos combates nas zonas habitadas que matam e ferem mulheres e crianças em um ritmo bastante mais alto que no resto da população".
No primeiro trimestre, 161 crianças perderam a vida e outras 449 ficaram feridas, o que supõe uma alta de 29% em relação a 2015, e o número de mulheres afegãs ou mortas aumentou 5%.
"Os combates continuam sendo feitos pertos de colégio, parques e hospitais, e os beligerantes continuam usando artefatos explosivos", alerta Danielle Bell, chefe de Direitos Humanos na UNAMA.
Segundo a ONU, os insurgentes são responsáveis por 60% das vítimas civis, contra 19% atribuídas às forças governamentais.