A ONG com sede na Grã-Bretanha, que dispõe de uma vasta rede de fontes médicas e de militantes na Síria, contabilizou 710 vítimas civis, entre as quais 161 menores de 18 anos e 104 mulheres.
A Rússia, que interveio neste conflito para ajudar o regime de Bashar al Assad, afirma que seu alvo são o grupo EI e outros grupos "terroristas", isto é, opositores ao poder.
No entanto, os ocidentais e os militantes sírios a acusam de concentrar seus bombardeios sobre os rebeldes qualificados como "moderados".