"No total, 1.098 civis camaroneses, 67 militares e três policiais perderam a vida devido às agressões selvagens dirigidas contra nosso país pelo grupo terrorista Boko Haram", acrescentou.
Durante anos, Camarões deixou passar os combatentes do Boko Haram, que utilizavam a região como retaguarda e local de reabastecimento, mas há algum tempo reforçou a presença militar na fronteira nigeriana contra os islamitas.