A estrada que leva ao edifício, localizado fora do acampamento, foi isolada pelos serviços de segurança, que impediram os jornalistas de se aproximar da cena, relatou um correspondente da AFP no local.
Inaugurado em 1968 para abrigar refugiados palestinos depois da guerra árabe-israelense de 1967, o acampamento tornou-se uma cidade flagelada pela pobreza e o desemprego. Conta com mais de 100.000 refugiados registrados junto à agência da ONU para a ajuda aos refugiados palestinos (UNRWA).
"De acordo com informações preliminares, o ataque foi realizado por uma única pessoa que atirou contra os mártires (...) com uma arma automática antes de fugir", indicou uma fonte da segurança falando sob condição de anonimato.
Esta fonte não foi capaz de dizer se o atacante era do campo de Baqa'a.
Segundo Momani, os serviços de segurança estavam "investigando as circunstâncias do ataque terrorista e caçando os culpados".
Ele afirmou que um guarda, um funcionário e três suboficiais foram mortos no ataque, que coincidiu com o primeiro dia do Ramadã, o mês sagrado de jejum para os muçulmanos.
Mais tarde, a agência Petra disse que os homens mortos eram todos membros do serviço de inteligência.
Os cinco homens foram enterrados na parte da tarde, cada um em sua cidade de origem, na presença de centenas de pessoas, incluindo agentes dos serviços de segurança.