O partido Baath, no poder na Síria desde 1963, e seus aliados ganharam sem surpresas a maioria dos 250 assentos da câmara, segundo os resultados oficiais.
A taxa de participação foi oficialmente de 57,56%, segundo a comissão eleitoral, citada pela agência estatal SANA.
Os opositores do interior e do exterior consideraram estas eleições ilegítimas, assim como os países ocidentais.
No entanto, a Rússia, grande aliada do regime de Damasco, estimou que foram "em conformidade com a atual Constituição síria". A ONU, por sua vez, defende a realização de eleições gerais em 2017.
O Parlamento elegeu pela primeira vez uma mulher como presidente, Hadia Abbas.