Mesmo debaixo de chuva e com uma temperatura de cerca de 10ºC, milhares de pessoas foram às ruas contra o que consideram uma política "de demissões e ajustes", como diziam os cartazes.
A manifestação não contou com o apoio da influente central operária peronista CGT, comandada pelo líder do Sindicato dos Caminhoneiros Hugo Moyano.
Com uma inflação acumulada de 25% desde o início do ano ano e em meio a drásticos ajustes nas tarifas de transporte, luz, água e gás, há protestos sindicais quase diariamente na Argentina.
Há duas semanas, o Congresso, controlado pela oposição, aprovou uma lei para conter as demissões em empresas estatais e privadas. Dois dias depois, Macri vetou o texto, alegando que não contribui para que as empresas invistam e gerem emprego. Foi a reação a sua primeira derrota legislativa desde que assumiu há quase seis meses.