"Os quadros tarifários ainda não foram divulgados. Sabe-se que o custo da energia aumenta 208%. Um consumidor pode pagar 28% a mais e outro quase 1.000% de alta, de acordo com a área geográfica, impostos, etc.", disse à AFP o economista Fausto Spotorno, da consultora Ferreres.
Com a medida, que atingirá cerca de 32 milhões de usuários residenciais, comerciais e industriais de todo o país, serão eliminados os subsídios recebidos. O governo não fez anúncios em coletiva de imprensa e espera-se que na sexta-feira sejam apresentados os valores, que segundo estimativas da imprensa subirão entre 200% e 300%.
"Os aumentos de tarifas vão de 300% a 500%, por enquanto, e a porcentagem pode ser maior", disse Pedro Busetti, presidente da ONG Defesa de Usuários e Consumidores (Deuco), em declarações à rádio Del Plata.