O presidente argentino, Mauricio Macri, em Davos, no dia 22 de janeiro de 2016 O presidente argentino, Mauricio Macri, em Davos, no dia 22 de janeiro de 2016

O governo da Argentina eliminou nesta quarta-feira os subsídios à eletricidade aplicados nos 12 anos de kirchnerismo e entidades de consumidores esperam altas entre 300% e 500%.

O governo do presidente Mauricio Macri justificou a decisão "pelo abandono (de parte do governo anterior) de critérios econômicos na definição de preços, o que distorceu os sinais econômicos, aumentando o custo do abastecimento, desestimulando o investimento privado", segundo o texto publicado na quarta-feira no Boletim Oficial.

"Os quadros tarifários ainda não foram divulgados. Sabe-se que o custo da energia aumenta 208%. Um consumidor pode pagar 28% a mais e outro quase 1.000% de alta, de acordo com a área geográfica, impostos, etc.", disse à AFP o economista Fausto Spotorno, da consultora Ferreres.

Com a medida, que atingirá cerca de 32 milhões de usuários residenciais, comerciais e industriais de todo o país, serão eliminados os subsídios recebidos. O governo não fez anúncios em coletiva de imprensa e espera-se que na sexta-feira sejam apresentados os valores, que segundo estimativas da imprensa subirão entre 200% e 300%.

"Os aumentos de tarifas vão de 300% a 500%, por enquanto, e a porcentagem pode ser maior", disse Pedro Busetti, presidente da ONG Defesa de Usuários e Consumidores (Deuco), em declarações à rádio Del Plata.

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