"A Arábia Saudita procede, em vista destas posições, a uma avaliação total de suas relações com a República libanesa", indicou um porta-voz oficial da agência saudita SPA, antes de anunciar a decisão.
O porta-voz enfatizou as "posições libanesas hostis que resultam do controle do Estado por parte do Hezbollah, apesar da vontade de Riad de ajudar os libaneses sem distinção".
Também lamentou que o Líbano não tenha condenado as agressões contra suas instalações diplomáticas no Irã.
Riad rompeu no princípio de janeiro suas relações diplomáticas com o Irã depois do ataque contra suas embaixadas em Teerã e Mashhad.
Os manifestantes protestaram contra a execução de um clérigo xiita saudita, Nimr Baqer al Nimr, muito crítico ao poder em Riad e cuja morte desatou a indignação nas comunidades xiitas de vários países da região.
O líder do xiita Hezbollah, Hassan Nasralá, acusou Riad de propiciar, junto com a Turquia, a guera na região com seu projeto de enviar forças terrestres à Síria.