"Este acordo é catastrófico para a América, para Israel e para o Oriente Médio", insistiu Trump, criticando o presidente democrata Barack Obama porque, com a assinatura deste acordo, "talvez tenha feito a pior coisa que jamais pudesse ocorrer a Israel".
O acordo com o Irã, assinado em 14 de julho e que buscava por fim às atividades nucleares de Teerã, garantindo a natureza estritamente civil do seu programa, foi qualificado como histórico pelo governo Obama e seu secretário de Estado, John Kerry.
O texto provocou tensões entre Washington e alguns de seus aliados históricos, entre eles Israel e também a Arábia Saudita.
"Vamos desmantelar a rede mundial terrorista do Irã, que é imponente e poderosa, mas não mais poderosa que nós", acrescentou, em seu discurso, o favorito entre os pré-candidatos republicanos, que foi calorosamente aplaudido pelo auditório em várias ocasiões em que se referiu ao Irã e a Obama, que deixará a Casa Branca em 20 de janeiro de 2017.
O Irã sempre negou que buscasse desenvolver uma arma atômica e assegura que seus mísseis não são concebidos para portar uma arma deste tipo. No entanto, os Estados Unidos e os países da região, entre eles as monarquias do Golfo e e Israel, "estão preocupados" com as capacidades do Irã para desenvolver mísseis balísticos.
Em 8 e 9 de março passado, o Irã fez vários testes com mísseis balísticos em caráter "dissuasivo", desatando críticas e condenações internacionais.