Esta guerra, que começou com a intervenção - em 26 de março de 2015 - no Iêmen de uma coalizão militar árabe liderada pela Arábia Saudita, já deixou cerca de 6.300 mortos, a metade civis, segundo números da ONU.
"Estados Unidos, Reino Unido - os principais fornecedores de armas à Arábia Saudita - e outros países seguem autorizando a transferência de armas que têm sido utilizadas para cometer e facilitar violações graves e gerar uma crise humanitária de proporções sem precedentes", destaca a organização de defesa dos direitos humanos.
"É hora de os líderes mundiais deixarem de privilegiar seus interesses econômicos", acrescenta a Anistia, que pede ao Conselho de Segurança da ONU a imposição de "um embargo global e total das transferências de armas utilizadas no Iêmen".