"Um desconhecido estacionou sua motocicleta perto do edifício, depois caminhou em direção a um grupo combatentes de Ahrar el Sham e detonou um cinto explosivo", afirmou o Observatório. Até agora, não se sabe quem está por trás do ataque.
Al Sadeq era um oficial do exército sírio que desertou e passou à oposição. Ele exerceu vários cargos na organização antes de converter-se em chefe de estado maior.
Ahrar al Sham (Os libertados de Sham, nome tradicional de uma região que inclui a Síria) é um dos grupos rebeldes mais poderosos do país, criado em 2011 e financiado, segundo analistas, pela Turquia e países do Golfo.
O grupo islamita é um dos principais membros da aliança Exército da Conquista (Jaish al Fatah em árabe), que controla a província de Idleb junto com a Frente al Nosra, filial síria da Al-Qaeda.