"O terrorismo tem se estendido e não se pode excluir a possibilidade de utilização de materiais nucleares" em novos ataques, acrescentou.
"O maior problema são os países que não reconhecem o perigo do terrorismo nuclear", estimou.
Referindo-se à possível produção de uma bomba "primitiva" com plutônio, ele declarou: "É uma tecnologia já antiga e, atualmente, os terroristas têm os recursos, o conhecimento e informação" necessários.
No entanto, ele indicou que o risco principal era a de uma "bomba suja", ou seja, um explosivo convencional para dispersar materiais radioativos de fácil acesso.
Esses materiais podem ser encontrados em pequenas quantidades em universidades ou hospitais em todo o mundo, acrescentou.
"Bombas sujas bastariam para causar pânico em qualquer grande cidade do mundo", considerou Amano.