Desde então, a polícia tentava elucidar se ela tinha problemas psiquiátricos ou se tinha motivos políticos ou religiosos.
A adolescente foi presa e é acusada de tentativo de assassinato, danos corporais e apoio a uma organização terroristas estrangeira, segundo a promotoria.
Segundo os resultados da investigação, a adolescente, identificada como Safia S, "adotou a ideologia radical-jihadista" do EI desde novembro de 2015 e estava em contato pela internet com um combatente do EI na Síria.
Em viagem à Turquia, a adolescente se deixou convencer a "realizar uma operação de martírio para o EI", no caso o ataque de 27 de fevereiro.