Prefeito de Nyakizu (sul de Ruanda) quando ocorreu o genocídio, Ntaganzwa, de 53 anos, é acusado de ter incitado e de ter participado dos massacres de milhares de civis tutsi, e nos estupros de mulheres tutsi, no território de seu município.
Seu caso foi transferido em maio de 2012 à justiça ruandesa pelo TPIR.
A ONU não informou as circunstâncias da detenção de Ntaanzwa.
O TPIR, criado pelas Nações Unidas em 1994, foi oficialmente fechado no dia 1 de dezembro. Deve divulgar sua última sentença em meados de dezembro.